quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Gerencie suas expectativas após uma entrevista

A história abaixo é uma ficção, mas pode acontecer com qualquer um. Qualquer semelhança é mera coincidência Um dia como outro qualquer. De repente, no meio de nossa rotina agitada, o telefone toca. É um convite para fazer uma entrevista. A conversa inicial com o selecionador é amistosa, o projeto parece muito bom, as perspectivas são promissoras. A vaga é a sua cara! Chega o dia. Você se veste de acordo e se preocupa em chegar no horário. Após um pouco de trânsito e tensão, finalmente chega e é recebido na recepção da empresa. Um ambiente muito agradável, a recepção é ótima. Convidam você para entrar em uma sala e aguardar. Chegam o cafezinho e a água – Açúcar ou adoçante? A sala é bem iluminada, com quadros sóbrios e alguns materiais da empresa sobre a mesa. Você dá uma lida rápida. O ar condicionado está um pouco frio, mas é melhor não reclamar. Afinal, a entrevista tem que ser impecável. O café está muito bom. Chega o entrevistador. Ele se apresenta, com um cumprimento forte e rápido. Bastante cordial. Quebra o gelo, fala do tempo, do trânsito. Ele comenta rapidamente sobre a empresa e a entrevista começa na prática. Neste ponto, o envolvimento é total. A entrevista acaba e o papo foi ótimo. Parece que o entrevistador gostou muito de você. Foi muito educado, disse que eles estão com pressa e que a contratação deve acontecer em breve. Você acredita que suas chances são muito boas e retoma a rotina, com um pouco mais de animação. Passam alguns dias, uma semana, duas semanas, três semanas. Nenhuma ligação. Como é possível uma entrevista tão promissora não seguir adiante? Onde será que está o erro? Sua autoestima sofre um abalo! Bem, voltemos à vida real. Sempre que um processo seletivo começa, especialmente em uma consultoria de recrutamento especializado, os prazos e definições são determinados em grande parte pelo cliente final. Aquele que efetivamente busca o profissional e contrata a consultoria para conduzir o processo seletivo. Em diversos casos, a agenda do cliente para fazer as entrevistas finais, a reestruturação da companhia, uma correção de rota da própria vaga ou outras adversidades, podem fazer com que alguns processos se tornem mais lentos. Em alguns casos, o nível de informação sobre o andamento deles é muito reduzido, mesmo para quem seleciona. Algo que pode e deve ser feito para minimizar a ansiedade é a constante atualização via feedback. Porém, como o controle do fluxo do projeto ainda é da empresa requisitante, o prazo para o retorno a candidatos aumenta muito, especialmente no esforço de fornecer a melhor informação possível. Por isso, quando for entrevistado, gerencie a sua expectativa. Saiba que em alguns casos, o tempo pode ser o maior obstáculo na concretização de uma nova oportunidade profissional, tanto para quem entrevista quanto para quem é entrevistado. E tenha a certeza que não é fácil para ninguém e que não há nada de pessoal nisso. Fonte: http://www.rotaexecutiva.com.br/michaelpage/comportamento/gerencie-suas-expectativas-apos-uma-entrevista/
Consultoria em RH - Lívia Pires. Preparação para entrevistas, elaboração de currículo.

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