quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Tenha sempre um plano B!

Bom dia!
http://www.youtube.com/watch?v=nZkz3FKZuTs&feature=related

Uma excelente quarta-feira à todos!

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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Sorteiro elaboração de currículo


Bom dia!

Amanhã, às 15:00h, será realizado o sorteio da elaboração/revisão de currículo!
Segue o link com as instruções para quem desejar participar:

Boa sorte!
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Iniciativa.

Um vídeo que não faz uso de palavras para demonstrar a força da iniciativa e do trabalho em equipe!

http://www.youtube.com/watch?v=HvrtECW95Sw

Um excelente final de semana à todos!!!

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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Como lidar com diferentes tipos de chefes.

Pelo menos uma vez na vida você vai ter que lidar com um (a) chefe difícil. Saiba o que fazer para ter uma relação tranquila no ambiente de trabalho.

O chefe desorganizado: aparentemente, esse chefe é uma furada. Mas, no fundo, traz uma grande oportunidade para a sua carreira - mesmo que tenha que fazer hora extra para dar conta de todo o trabalho que ele delegou a você para ir jogar tênis. "Quando o líder é relaxado, abre espaço para que o subordinado ganhe importância para ele e para a equipe". Enquanto tapa os buracos que o superior deixa, você constrói uma relação de dependência e confiança. Ele sabe que precisa de você para cumprir seus compromissos, os prazos e atingir as metas. Esse chefe tem o perfil avesso do controlador e acaba ajudando-a a trabalhar melhor e a se tornar mais precavida. "Como ele é desorganizado, preguiçoso e esquecido, você acaba executando tarefas que não foram solicitadas, mas que sabe que podem ser pedidas de última hora”. Ou seja, você aprende a estar pronto (a) para tudo.

O chefe ladrão de ideias: ele age na surdina, roubando seus projetos para vender como se fossem dele. Acha que você não deve fazer nada sem lhe perguntar antes e, quando resolve algum problema sozinho (a),o (a) acusa de atropelar a hierarquia. Também é o tipo de gestor que o (a) vê sendo cobrada por um erro que ele cometeu e fica calado. Se ele não domina tão bem suas funções a ponto de recorrer às suas ideias, acaba deixando brechas para que você assuma trabalhos mais complexos. Em curto prazo, ninguém sabe que é você quem cria as soluções. Mas um dia esse chefe tira férias, fica gripado... E aí você sai da sombra. "Enquanto isso não acontece, vale lembrar que ninguém sobe na hierarquia de uma corporação sem motivos. O seu superior pode ser incompetente tecnicamente, mas muito hábil em fazer política. Sempre há alguma coisa em que você pode se inspirar e aprender com ele.

O chefe bomba: grosso, bate na mesa, grita... Vive um dia de fúria 365 dias por ano. Em vez de motivar, amedronta a equipe com ameaças: "Mais uma dessa e você está demitido (a)!". A grande vantagem: esse tirano é capaz de ensiná-lo (a) a respirar fundo. Um chefe explosivo necessita de um contraponto para lhe dar equilíbrio. Se você for a pessoa que espera que ele termine de berrar e apresenta um plano de ação para resolver seu desespero, tem grandes chances de se destacar. E de desenvolver inteligência emocional para lidar com qualquer tipo de situação. "Ao aprender a não se envolver emocionalmente, vai ser capaz de trazer resultado para o negócio mesmo sob pressão”.

O chefe insatisfeito: é tão perfeccionista que você fica imaginando se, em casa, suas meias ficam dobradas e separadas por cor. No trabalho, se prende a qualquer detalhe. Examina os projetos diversas vezes e sempre, inclusive nos 45 minutos do segundo tempo, pega alguma falha minúscula que você deixou passar. "Se exagera nas críticas com todos, a insatisfação não é com a equipe, é consigo mesmo. Esse tipo de chefe absorve toda a pressão de seus superiores e repassa sem filtro aos subordinados”. Existe um lado bom em ter um superior que anda com uma lupa. "Essa exigência vai levantar sua régua, ampliar seus parâmetros. O seu treino é desenvolver técnicas de automotivação para não se sentir desanimado (a). "Converse com colegas ou chefias de outras áreas e peça um feedback  sobre sua performance". Vendo que os problemas são pontuais, você vai manter sua segurança inabalada.

O chefe inseguro: você nunca sabe se vai terminar a semana com o trabalho em dia porque a qualquer momento seu chefe pode querer refazer tudo de outro jeito. Sem contar que ele morre de medo de arriscar com ideias novas e veta qualquer projeto que sair do senso comum. O gestor que se sente eternamente pisando em ovos despende uma energia absurda dos subordinados "e pode impedir a equipe de avançar”. Por outro lado, o inseguro obriga você a embasar bem suas ideias para convencê-lo. Se você souber enxergar várias saídas para os problemas, quando seu chefe ficar inseguro novamente, vai recorrer à sua opinião e aos números que levantou.

Adaptado da fonte: http://mdemulher.abril.com.br/carreira-dinheiro/reportagem/carreira/como-lidar-diferentes-tipos-chefes-623364.shtml

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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Falar em Público, uma habilidade a ser desenvolvida

A comunicação oral não é um dom, mas uma habilidade que deve ser desenvolvida, pois a todo momento, estamos diante de situações em que a nossa inteligência social e a nossa capacidade de falar são requisitadas: apresentações a potenciais clientes, negociações, reuniões, entrevistas, provas, palestras, aulas, debates, enfim, um cem número de oportunidades para o sucesso ou para o fracasso.

Além da imagem pessoal, você também pode representar uma instituição, uma empresa, um produto ou uma marca e qualquer vacilo na comunicação pode comprometer uma imagem construída ao longo de anos. Quantas empresas já perderam sua reputação por uma declaração malfeita? Quantos atletas, artistas, políticos ou empresários já se arrependeram amargamente de suas declarações em público? Em nosso dia a dia, também podemos perder pontos por falar o que não devemos.

Por medo de errar, as pessoas costumam ficar caladas em reuniões, evitam todas as possibilidades de falar em público e atrasam a sua ascensão profissional; por isso, além de muita leitura, todos os especialistas em comunicação recomendam o exercício da fala.

Para vencer o medo e a insegurança, estude o tema, busque a informação correta, escreva o que vai dizer e treine, treine, treine.

Quando for a uma reunião, prepare-se! Imagine quais serão as questões levantadas e visualize-se dando sua opinião. Para reuniões difíceis ou entrevistas, em que se sabe que o clima será tenso, prepare-se listando, por escrito, todas as perguntas que deverão ser feitas, inclusive as mais capciosas. E prepare bem as respostas. Levar as respostas na ponta da língua desarma o entrevistador e pode até surpreendê-lo. Treine com um familiar ou um amigo. Fazer o dever de casa é o primeiro passo para controlar o nervosismo e a insegurança.

Fale com calma, pois a pressa denota nervosismo e não dá ao interlocutor tempo para absorver o que está sendo dito; mas cuidado com as pausas muito longas e o ritmo muito vagaroso, pois devagar demais fica entediante. Portanto, nem rápido demais, nem muito devagar.

Se o nervosismo for muito grande, respire fundo e devagar. A respiração consciente, isto é, sentir o ar entrando, concentrando-se nas inspirações e expirações, equilibra a mente e acalma. Faça três respirações conscientes bem feitas: o autocontrole volta e a mente brilha.

Sempre que puder escolher o local, ótimo. A familiaridade com locais e pessoas traz muita segurança.

Se for para uma palestra, procure vestir-se de acordo com o público; se mais formal, vá com roupas mais formais; se são informais, vá com roupas mais informais, mas capriche: vá com a melhor roupa que puder comprar. É um investimento que vale a pena.

“A habilidade de falar em público é essencial para a carreira de qualquer profissional, em especial os da área comercial e administrativa. Por isso, são tão importantes o estudo da Língua Portuguesa e o hábito da leitura para o desenvolvimento desta competência em nossos alunos. Comunicar-se bem é essencial!”

Adaptado da fonte: http://www.univicosa.com.br/noticia/falar-em-publico-uma-habilidade-a-ser-desenvolvida


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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Oportunidade única para quem está procurando emprego!

Oportunidade única para quem vai buscar novos desafios profissionais depois do Carnaval!


Ministra defende licença-maternidade de 6 meses obrigatória.

No seu oitavo dia no cargo, a nova ministra-chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, defendeu ontem que o novo período de licença-maternidade, que passou de quatro para seis meses, se torne obrigatório em todo o setor público e privado no país.

Atualmente, as empresas são obrigadas a pagar apenas os quatro primeiros meses da licença, ficando os dois meses restantes como opção. A ministra estima que nem 30% das companhias no país implementaram a nova legislação. E deixou claro que seu objetivo é de que até para que isso seja concretizado, todo o período precisaria passar a obrigatório.

Além disso, a ministra defende ampliação do período de licença-paternidade, que segundo ela varia de cinco a dez dias, dependendo das empresas. Considera fundamental a participação masculina também no pós-parto.

Pela primeira vez, o Brasil será submetido ao escrutínio da comunidade internacional sobre direitos da mulher, hoje, no Comitê para Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (Cedaw) das Nações Unidas, em Genebra. E a ministra Menicucci apontará a ampliação do período de licença-maternidade como uma das evoluções ocorridas no Brasil entre 2006 e 2009 no campo dos direitos das mulheres.

Em entrevista, ontem, ela sinalizou sua intenção de fazer campanha no Brasil para reduzir o fosso salarial entre homens e mulheres. "Embora mais escolarizadas, mais capacitadas e ocupando em 20% os postos iguais aos homens, as mulheres ganham menos", disse ela, estimando que a diferença seria de 25% a 30% no país.

Em Genebra, uma das curiosidades é sobre a real posição do governo Dilma Rousseff sobre o aborto. A ministra, conhecida por sua posição liberal sobre o tema, disse que vai "seguir as diretrizes do governo". E, segundo ela, "essa questão não está na pauta do governo, é questão do Legislativo e da sociedade civil e acompanharemos o desenvolvimento do debate".

Ela vai destacar hoje também a Lei Maria da Penha, que visa combater a violência doméstica contra a mulher. Um ponto importante é o julgamento do começo deste mês, do Supremo Tribunal Federal, que decidiu por dez votos a um que o Ministério Público pode apresentar denúncia contra agressões de mulher independentemente do consentimento da vítima.

No comitê, a ministra não deve se esquivar de abordar deficiências e desafios do Brasil, mas ontem argumentou sobre dificuldade de implementação de programas num país de dimensão continental.

Fonte: Valor Econômico, por Assis Moreira, 17.02.2012

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Atitudes para driblar a desmotivação no trabalho.

Não é incomum, por vezes, estarmos desmotivados no trabalho. A cabeça começa a viajar durante o expediente, o tempo não passa, o final de semana não chega… Pois bem, se você está sentindo isso diariamente, alguma coisa precisa ser feita. Especialmente porque primeiro a desmotivação afeta você e, de forma progressiva, afeta sua carreira, seu emprego e sua família.

Agora tenho uma notícia boa e uma ruim para você: a ruim é que o problema de falta de motivação é todo seu e seu chefe não tem culpa. A boa: é possível tomarmos algumas atitudes que podem contribuir para uma melhora em nosso nível de motivação.

Algumas atitudes que você pode tomar para virar esse jogo:

Busque novos desafios, internamente:
Muitas vezes achamos que a solução só pode estar em arrumar um novo emprego, quando uma conversa franca com seus superiores pode resolver o problema. Peça ao seu chefe novos desafios como a oportunidade de participar de um novo projeto, mas, quando fizer isso, estude como você seria útil para esse projeto pois, certamente você será perguntado sobre isso.

Envolva-se em projetos de seus colegas:
Ajude-os. Isso o fará desenvolver novas habilidades. Deixe de lado vaidades quanto a receber ou não o reconhecimento do seu trabalho em projetos alheios. Nesse caso, vale muito mais o aprendizado, que servirá como justificativa para seu futuro reconhecimento. Lembre-se: o que você aprende primeiramente é seu e leverá consigo, embora seja utilizado para benefício de seu empregador.

Estude novas tecnologias:
Esteja atento àquelas que poderão fazer a diferença em sua carreira, além de buscar entender o negócio da empresa (que tal olhar um pouco para o futuro para se inspirar?).

Já se formou? Que tal uma especialização focada nos objetivos de sua carreira?
As Universidades têm evoluído bastante na preparação de seus cursos de especialização, de modo que hoje encontramos especializações voltadas para as mais diversas necessidades do mercado de trabalho, com preços acessíveis.

Então aproveite o Carnaval para elaborar suas estratégias e mãos à obra!
Adaptado de: http://carreiradeti.com.br/5-atitudes-falta-motivacao-trabalho/

E você, como tem driblado esse sentimento? Há alguma outra ação que você tem tomado e gostaria de compartilhar?

Comente!

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Sorteio elaboração de um currículo.

Bom dia!

Participe do sorteio para concorrer à elaboração de um currículo, através do link: https://www.facebook.com/events/279538572113716/

Acesse também o nosso site: www.piresconsultoriaemrh.com.br, para conhecer melhor os serviços disponíveis para empresas e para você!

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Por que você sempre faz assim?!

http://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&v=WVV7SjgKn1o&NR=1

A partir deste vídeo curto e lúdico, podemos refletir sobre diversas atividades que desenvolvemos rotineiramente, sem pensar, questionar ou mesmo se dispor a fazer diferente.
Quebre paradigmas! No começo pode ser difícil, mas você ficará surpreso (a) com os ganhos pessoais e profissionais que obterá a partir daí!

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Tribunal confirma despedida por justa causa de educadora que maltratou criança.

"Comprovada pela prova testemunhal a prática de maus-tratos contra um aluno cometida pela reclamante, na função de educadora infantil, deve ser mantida a sentença que julgou legítima a dissolução motivada do contrato de trabalho".

Este foi o entendimento da 7ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Sul (TRT-RS) ao julgar recurso no qual a trabalhadora de uma creche pediu que sua despedida por justa causa fosse transformada em dispensa imotivada. O pleito já havia sido negado em primeiro grau pelo juiz Max Carrion Brueckner, da 1ª Vara do Trabalho de Caxias do Sul.

De acordo com informações do processo, a trabalhadora foi admitida em outubro de 2006 como atendente de creche e promovida a educadora infantil em maio do ano seguinte, sendo dispensada por justa causa em junho de 2010. Como justificativa para a despedida, a creche alegou que a educadora havia maltratado um aluno sob sua responsabilidade, durante horário de expediente.

Uma colega da reclamante, ouvida no processo como testemunha, disse ter visto a educadora pegando o aluno pelos ombros e o sacudindo "muito". Segundo ela, trata-se de uma criança que teve paradas cardiorrespiratórias após o nascimento, responsáveis por sequelas neurológicas, como problemas na fala. "Começou a falar com quatro anos", relatou a testemunha, acrescentando que, na época do depoimento, era professora do referido aluno e que este não era agressivo.

No recurso ao TRT-RS, a trabalhadora não negou sua atitude, mas argumentou que a justa causa foi punição excessiva. Segundo ela, durante o período em que trabalhou para o estabelecimento não houve qualquer incidente que pudesse colocar à prova seu caráter e sua conduta, tendo mantido sempre um bom relacionamento no ambiente de trabalho.

No entanto, o relator do acórdão na 7ª Turma, desembargador Flavio Portinho Sirangelo, destacou que a gradação de penalidades não é pré-requisito para a despedida por justa causa. "Dependendo da gravidade de determinada falta, ela é capaz, por si só, de autorizar a dispensa por justa causa por iniciativa do empregador, sem antes ter havido a aplicação das penalidades de advertência e/ou suspensão", explicou.

Fonte: Tribunal Regional do Trabalho 4ª Região Rio Grande do Sul, 07.02.2012

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Site www.piresconsultoriaemrh.com.br

É com imensa satisfação que divido com vocês a criação do site da Pires Consultoria em RH: www.piresconsultoriaemrh.com.b​r. Acesse!
Este site é resultado de muita dedicação e, a partir dele, tenho certeza que a Pires Consultoria crescerá ainda mais!
A partir de agora, o Blog http://piresconsultoriaemrh.blogspot.com/ e a página https://www.facebook.com/​pages/​Consultoria-em-RH-L%C3%ADvia-Pi​res/165597743549170, serão meios de divulgação das notícias sobre o mercado de trabalho, enquanto no site será disponibilizado o portfólio de serviços, para Pessoa Física e Pessoa Jurídica, prestados pela Consultoria.

Lívia Pires.
livia@piresconsultoriaemrh.com.br


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Lições da demissão.

Como tal processo pode ajudar indivíduos a promoverem mudanças significativas.
As atuais taxas de desemprego não chegam às da Grande Depressão (1929), mas as demissões continuam marcando presença em alguns cenários empresariais. Dada a dura realidade enfrentada por muitos na economia volátil atual, analisamos o impacto da demissão sobre um indivíduo. Será que prejudica, permanentemente, sua autoestima? O que isso significa para o futuro de sua carreira e para uma empresa? O fato de ser demitido pode beneficiar a saúde e o bem-estar de uma pessoa?
Este último ponto pode parecer contra-intuitivo, mas não dá para subestimar a força da mudança. É fácil pensar que perda do emprego pode ser algo extremamente negativo, mas pesquisas indicam que o efeito perturbador – o “choque” – da perda também pode vir a ser um catalisador de mudanças positivas. Esse tipo de choque tem o potencial de sacudir as pessoas para saírem da inércia, forçando-as a descartar o velho e focar o novo. Para muitos, este choque abre portas e oportunidades em direção à autenticidade.
Perguntamos a alguns profissionais que perderam seus empregos recentemente como isso os havia afetado, e como estavam encarando a busca por um novo trabalho. Entre as respostas, surgiram quatro temas – três deles ligado a um desejo de buscar uma maior autenticidade. Ou seja, essas pessoas manifestaram um novo interesse em conhecer e viver seus valores.
Um pouco mais sobre as respostas:
Qualidade de vida: Um entrevistado observou que “flexibilidade e qualidade de vida são mais importantes do que salário e cargo”. Sendo assim, o emprego se tornou um meio de manter um estilo de vida, e não um objetivo em si – fato reforçado pelo desejo de passar mais tempo com a família e amigos e esperanças de desempenhar papéis novos e menos exigentes. O salário é importante para a maioria dos entrevistados, mas apenas na medida em que ele apoia os objetivos de vida.
Um trabalho significativo: As pessoas passaram a desejar um emprego que ofereça algum significado e que se alinhe aos seus valores pessoais. Uma razão para isso é a necessidade de contribuir para com a sociedade. “Busco (e tenho como prioridade) encontrar um trabalho que não deixe cicatrizes na minha alma”, disse um entrevistado. Avançar na carreira e ter competências e habilidades compatíveis foi igualmente enfatizado: “No começo pensava em trabalhar com qualquer coisa, mas agora quero focar na gestão de minha carreira de maneira que se encaixe aos meus talentos”.
Segurança e felicidade: Segurança e estabilidade foram relatados como critérios importantes para a escolha do próximo emprego, mesmo que isso significasse aceitar um salário ou posição inferior. “A felicidade e um ambiente de trabalho positivo virou uma prioridade enorme. Eu não vou tentar sobreviver em um ambiente de trabalho tóxico de novo”, relatou um entrevistado.
Insegurança e cinismo: Este último tema é mais obscuro. Para alguns entrevistados, ser demitido provocou dois tipos de reação negativa: insegurança e um cinismo generalizado sobre o futuro em uma empresa. A insegurança pode afetar não só o modo como as pessoas veem a si mesmas, mas como outros as veem – dificultando ainda mais o processo de encontrar um trabalho que ajudará a devolver a sua confiança. Este tema é exemplificado pelo entrevistado que observou: “É difícil se candidatar a um emprego, pois eu nunca tive problema em encontrar um trabalho. Isso faz com que eu me sinta inferior. É como se alguém com um trabalho bom e seguro fosse decidir se vale a pena ou não me entrevistar e efetivamente decidir meu futuro imediato. Tenho vontade de gritar ‘eu sei fazer isso! Apenas me dê uma chance!”
Já o cinismo se dá pelo fato de um entrevistado pensar na demissão como sendo injusta, resultando em um sentimento negativo sobre qualquer futuro emprego ou ambiente de trabalho. Os entrevistados se mostraram céticos quanto a líderes empresariais que falam sobre valores, mas raramente os pratica ou os demonstra. “Só posso supor que meu desempenho tem impacto bastante limitado sobre o progresso da minha carreira – e isto é algo difícil de aceitar. Agora há muito cinismo - quando antes era o idealismo que dominava minhas aspirações”.

Adaptado da fonte: http://revistavocerh.abril.com.br/2011/artigos/conteudo_673430.shtml
Pires Consultoria em RH - Atração e Seleção de profissionais e assessoria na busca de emprego.

Uma excelente semana à todos!
Lívia Pires.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Pires Consultoria em RH

Dicas simples e diretas de etiqueta no ambiente de trabalho.

ELEVADOR

Como agir se me deparar com o dono da empresa no elevador?
Cumprimente com um bom dia e despeça-se com um até logo, caso desça antes dele. Não puxe assunto – se ele quiser conversar com você, tomará a iniciativa.

Se estiver falando com alguém, devo interromper a conversa quando o elevador chegar ou posso terminar o assunto lá dentro?
Interrompa sempre, inclusive papos no celular. Quem está no elevador, não tem a ver com os seus assuntos.

REUNIÕES
Cheguei atrasado à reunião. É possível contornar a situação?
Entre silenciosamente, sente-se no lugar mais próximo da porta e, no primeiro intervalo, desculpe-se com a pessoa que está liderando o encontro.

Como sair no meio de uma reunião, sem criar mal estar?
Converse antes com o seu Gestor ou líder da reunião. Sente-se próximo à saída e deixe o local discretamente.

Entrei há pouco na empresa. Nas primeiras reuniões, devo me conter ou participar ativamente para mostrar meu potencial?
Saber ouvir é sinal de sabedoria e boa educação. É prudente conhecer o território antes de se expor. Mas, caso seja requisitado, esteja pronto para brilhar.

RELACIONAMENTO COM COLEGAS
Um colega pergunta qual o meu salário. O que devo responder?
Questões salariais não devem ser compartilhadas. Você pode dizer que se trata de uma questão particular e que não se sente a vontade para falar sobre o assunto.

CELULAR
Quando um colega não está na sala e o celular dele toca sem parar, atendo e anoto o recado?
Celular é muito pessoal. Seu colega não agiu corretamente ao deixar o aparelho ligado enquanto estava fora. Comento o que aconteceu quando ele retornar.

ALMOÇOS PROFISSIONAIS
Se meu prato chegar antes, o correto é começar a comer?
Não. Espere até que todos estejam servidos.

Devo me oferecer para “rachar” a conta quando sou convidado?
Não. Em almoços de negócios, quem convida paga.


 Pires Consultoria em RH - Assessoria na busca de emprego.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Projeto amplia lista de práticas discriminatórias no ambiente de trabalho.

A Câmara analisa o Projeto de Lei 2893/11, do Senado, que amplia a lista de práticas discriminatórias e crimes que deverão ser combatidos durante a admissão e no ambiente de trabalho. A proposta inclui entre as práticas discriminatórias a negativa de contratação de candidato por deficiência física ou por existência de restrição ao crédito.

O texto também amplia a relação de crimes por práticas discriminatórias. Entre eles estão: teste para saber da predisposição genética para doenças; exigência de certidão negativa de reclamatório trabalhista; e anotação de desabono na carteira de trabalho e Previdência Social, referente a desempenho profissional ou comportamento, religião, deficiência, entre outros.

O projeto altera a Lei 9.029/95, que proíbe a exigência de atestados de gravidez e esterilização, e outras práticas discriminatórias, para efeitos admissionais ou de permanência da relação jurídica de trabalho.

Autor da proposta, o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) lembra que o direito ao trabalho está entre os direitos sociais fundamentais do cidadão. “Garantir esse direito ao trabalhador, por conseguinte, importa em assegurar-lhe existência digna e promover a valorização do trabalho, na qual se funda a ordem econômica e a ordem social”, afirma.

Tramitação: O projeto ainda será distribuído às comissões técnicas da Casa.

Fonte: Agência Câmara de Notícias, 02.02.2012

Consultoria em RH - Lívia Pires.
Preparação para entrevistas, elaboração de currículo.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

O poder do LinkedIn.

As redes socais têm sido cada vez mais fonte de recrutamento de funcionários - ou de consulta de perfis, pelo menos. Aprenda as dicas de Danielle Restivo, gerente de comunicação do LinkedIn, para usar a rede a favor da sua carreira
O que fazer para que meu perfil seja facilmente encontrado?
Existem várias maneiras destacar seu perfil. Uma delas é garantir que ele esteja completo. Seu perfil do LinkedIn é a sua chance de mostrar habilidades e talentos e ajudar as pessoas e oportunidades certas a encontrar o caminho até você.
Você pode configurar alguns detalhes que o tornarão mais visíveis aos motores de busca: Membros com pelo menos um antigo trabalho listado em seu perfil são 12 vezes mais visíveis; pessoas com pelo menos uma formação educacional listada têm sete vezes mais chances de serem encontradas; profissionais com umque têm foto em seu perfil também têm sete vezes mais chances de serem vistas.
Inclua palavras-chave através das quais você gostaria ser encontrado. Por exemplo, se você é um advogado especializado em direito imobiliário, certifique-se que essas palavras e frases estão no seu perfil do LinkedIn.
Você também pode criar uma URL personalizada para o seu perfil, que irá ajudá-lo a subir ao topo dos resultados de pesquisa Google, é só editar nas suas configurações. Por exemplo: br.linkedin.com/in/fulanodetal
Como fazer uma rede melhor com as pessoas na minha área?
Ter uma forte rede é essencial. Ela representa aqueles que você conhece e confia e você pode utilizá-la para dar e receber oportunidades de emprego. Não importa como vai a economia ou a sua carreira, ter um bom networking é uma ótima maneira ter alguma de segurança de emprego. Não espere a necessidade chegar para formar a sua rede.
Há um número "mágico" de conexões para ter no LinkedIn: 50. Ao connectar-se a pelo menos 50 contatos confiáveis (antigos colegas de trabalho e escola, clientes, professores, amigos e família), você vai aumentar suas chances de entrar em contato com as pessoas e empresas que irão ajudá-lo a chegar onde quer.
What information are really important in my profile?
Quais informações são realmente importantes no meu perfil?
Inclua postos de trabalho que você ocupou durante toda a sua carreira e não apenas o mais recente. Também não se esqueça de falar da sua formação e escrever um bom resumo do seu currículo com palavras-chave que melhor descrevem quem você é como profissional.
Adicione uma foto no perfil e escreva um título capaz dizer aos outros membros do LinkedIn o que você faz como profissional. Quanto mais informações você fornecer no seu perfil, mais provável ser encontrado para potenciais negócios ou oportunidades de emprego.
Peça recomendações de seus colegas ou gestores anteriores que aparecem em seu perfil. Uma boa recomendação de quem já trabalhou com você destaca seus pontos fortes e mostra que você foi um funcionário valorizado.
Que tipo de imagem devo usar no meu perfil?
É importante ter uma foto profissional em que esteja sozinho. Isto é especialmente importante se você quer entrar em contato com pessoas que não conhece ou não vê há muito.
Mais dicas
Mostre o que você tem para oferecer no Skills LinkedIn
LinkedIn rastreia milhares de habilidades na página Skills. Adicione suas qualidades relevantes ao seu perfil para que você apareça nos resultados de busca. A página Skills também te dirá a quais grupos do LinkedIn podem ser inetressantes para você de acordo com suas habilidades.
Demonstrar os seus conhecimentos sobre LinkedIn Answers
A página Answers é um dos melhores lugares na web para compartilhar conhecimentos sobre negócios. Você pode perguntar e responder questões sobre assuntos específicos. Ao demonstrar os seus conhecimentos no LinkedIn, você ganha reconhecimento que o ajuda a construir credibilidade.
Atualize seu status
Deixe seus contatos saberem o que você está fazendo: atualize seu status regularmente. Use as atualizações de status para anunciar novos produtos e postar artigos.
Participe de grupos
Os grupos são uma ótima maneira de se envolver com pessoas que têm interesses parecidos aos seus, podem te dar apoio e responder perguntas. Participe dos grupos relacionados com a sua área de trabalho, cidade ou estado. Procure grupos onde você pode obter informações sobre clientes em potencial, oportunidades de negócios ou oportunidades de carreira.
Siga Empresas
Busque empresas onde você pode querer trabalhar no futuro e descubra se algum dos seus contatos conhece pessoas que trabalham lá. Seguir as empresas também te mantém informado sobre oportunidades de carreira, novos produtos, anúncios ou eventos.
Fonte: http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/poder-linkedin-648038.shtml

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Escrever bem é essencial ao profissional moderno.

A capacidade de formular mensagens bem articuladas, claras e objetivas mostram um alto desempenho profissional.

Que expectativa o diretor de uma empresa criaria sobre o trabalho de alguém que lhe manda um e-mail assim:
"Presado sr silva
p/ meio desta gostaria de estar encaminhando anexo prop de trab da equipe que sou cordenador , projetos integrados apresentando soluçoes que nossa empresa precisa devido os prob logísticos anteriormente apresentados.
A sua disposiçao
abs..."
Ao considerar o modo desorganizado e descuidado como a mensagem foi escrita, talvez o diretor não ficasse muito entusiasmo em ler a proposta. Prezado com "s", nome próprio com minúscula, gerúndio inadequadamente empregado, falta de acentuação e pontuação, palavras abreviadas, idéias mal articuladas... Se uma mensagem de poucas linhas já tem tantos problemas, quantos não terá a proposta? Será que vai dar para entendê-la? Que nível de qualidade se pode esperar do trabalho de uma pessoa que escreve assim?
É uma pena que profissionais de iniciativa e boas idéias, tecnicamente qualificados e comprometidos com os resultados da organização se exponham ao mau julgamento por não escreverem com clareza e correção. Muitos acreditam que a boa redação é apenas um "detalhe", mas suas empresas não pensam assim. Elas valorizam cada vez mais as competências em comunicação, tanto na fala como na escrita. Vêem a capacidade de formular mensagens bem articuladas, claras e objetivas como um fator de alto desempenho profissional, já que no acelerado mundo moderno a informação tem de fluir rápida e eficientemente, sem distorções nem mal-entendidos.
Não é à toa testes de redação estejam presentes nos processos seletivos de muitas empresas. Para outras tantas, a fluência da comunicação tem um significativo peso na carreira profissional. "É uma competência bastante considerada quando se pensa em promover alguém", confirma Vera Vasconcellos, consultora da Career Center, em matéria recentemente publicada no caderno de empregos do jornal O Estado de São Paulo.
Em vista de tudo isso, escrever bem é importante para o profissional moderno. Mais do que o domínio da língua portuguesa, a boa escrita indica alta capacidade cognitiva, raciocínio bem estruturado, bom nível cultural, zêlo e atenção a detalhes, características pessoais também valorizadas pelas organizações atualmente.
E você, como está em relação a essa competência profissional? Não se fie apenas em suas opiniões sobre si mesmo: peça um feedback às pessoas que normalmente lêem suas mensagens, especialmente àquelas que você considera que escrevem bem. Pergunte-lhes se entendem facilmente o que você escreve e percebem erros de português em seus textos. Não tenha receio dos comentários dos outros e considere os problemas que eles eventualmente apontarão como oportunidades para o seu aperfeiçoamento.
Uma vez que você se conscientize da importância de escrever bem, o próprio interesse no assunto lhe trará progressos. Você se tornará mais cuidadoso com o que escreve, preocupado em se fazer entender e atento aos próprios erros. Sua percepção se ampliará e você naturalmente irá em busca de recursos para suprir suas deficiências.
Coloque em prática essa fórmula bastante simples que desenvolvi. Eu a chamo de fórmula QPPR:
Questione – Ao escrever, questione-se: "Estou indo direto ao ponto? Será que a mensagem está clara? Será que a grafia desta palavra está certa? Esta vírgula está bem colocada?"
Pesquise – Quando surgir uma dúvida ou mesmo uma simples suspeita de que algo possa estar errado com seu texto, consulte fontes de referência. Tenha sempre um dicionário e um livro do tipo tira-dúvidas de gramática ao seu lado e consulte-os.
Pergunte – Antes de enviar um documento importante, compartilhe-o com alguém que saiba comunicar-se bem. Peça a opinião e sugestões dessa pessoa. Você poderá se enriquecer muito com isso.
Reformule – Existem inúmeras maneiras diferentes de dizer a mesma coisa. Se você estiver inseguro com uma frase ou mensagem que escreveu, reformule-a.
E por falar em reformular, eu não poderia terminar este artigo sem apresentar uma alternativa para a mensagem que me serviu de gancho para a nossa conversa. Aí vai ela:
"Prezado Sr. Silva,
segue anexo o trabalho da equipe de Projetos Integrados, da qual sou coordenador, com propostas de solução para os problemas logísticos da empresa, discutidos em nossa última reunião.
Coloco-me à disposição para esclarecimentos.
Um abraço"
Melhor agora, não?
Adaptado da fonte: http://www.dicasprofissionais.com.br/dicas2.asp?id=12
Consultoria em RH - Lívia Pires.
Preparação para entrevistas, elaboração de currículo.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Avalie se está na hora de procurar um novo emprego.

O profissional deve analisar bem a situação para saber se é o momento certo de trocar de trabalho .

Em um cenário em que sobram vagas e faltam profissionais qualificados, os processos de seleção de funcionários são cada vez mais desafiadores. De acordo com o diretor da empresa de recrutamento de executivos Robert Half, Fernando Mantovani, as pessoas têm que responder à seguinte pergunta antes de dar qualquer passo: o que eu quero ao me aposentar? “A mudança deve acontecer quando a realidade não for compatível com o que o profissional espera no final da carreira”, afirma.

Nos próximos seis meses, 40% dos executivos brasileiros pensam em mudar de emprego, segundo uma pesquisa global realizada pela empresa. No Brasil, foram ouvidos 227 profissionais. A disposição em buscar outra oportunidade é a segunda maior do mundo – o País está atrás apenas da França, onde 45% dos entrevistados consideram sair de sua atual empresa. A média mundial é de 30%.

Mas as motivações apontadas por franceses e brasileiros nesse caso são completamente diferentes. Os primeiros se mostram insatisfeitos em razão dos reflexos da crise econômica no mercado de trabalho. Já o segundo grupo vê na economia aquecida uma janela de oportunidade.

Dentre os executivos consultados no Brasil, 36% mudariam de emprego caso aparecesse uma oferta interessante. Mas apenas 4% partiriam ativamente, por iniciativa própria, em busca de uma nova vaga. De acordo com Mantovani, a pesquisa mostra que os profissionais brasileiros estão atentos às possibilidades em 2010.

“A propensão desses profissionais a mudar de emprego é uma prova de que o mercado está aquecido e que a recuperação da economia brasileira se destaca em relação à média das principais economias globais. Também é um sinal para que as empresas invistam na retenção dos funcionários”, diz.

Para quem quer lutar em novas frentes de batalha do mercado, o potencial de crescimento deve ser levado em conta tanto quanto a remuneração. Afinal, a disputa por bons funcionários é acirrada. Mas se basear somente nas perspectivas financeiras é um erro, segundo os especialistas. “Os valores profissionais devem ser compatíveis com os pessoais”, afirma Mantovani, da Robert Half.

“Aceitar um emprego somente pelo salário alto no momento errado da carreira, ou em uma empresa pouco estável, pode atrapalhar a empregabilidade do profissional caso ele tenha que se recolocar no mercado em algum momento”, explica. Segundo o diretor, mudanças, em geral, devem ser pautadas pelos seguintes requisitos (em ordem de importância): perspectivas de crescimento, relação com o chefe, qualidade de vida e, por fim, remuneração.

O profissional que dedica a maior parte do seu tempo à família não deve ter como objetivo, por exemplo, se tornar diretor de uma empresa multinacional, pois cargos assim exigem longas jornadas e viagens constantes. “É certeza de fracasso”, garante Mantovani.

Fonte: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/21424_AVALIE+SE+ESTA+NA+HORA+DE+PROCURAR+UM+NOVO+EMPREGO


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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Vídeo sobre trabalho em equipe - lição de vida!

Um vídeo muito interessante, que nos faz refletir sobre o trabalho em equipe e outros aspectos pessoais mais profundos.
Um excelente final de semana!

http://www.youtube.com/watch?v=HzF71D7G9mI&feature=related

Consultoria em RH - Lívia Pires.
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Emoção no e-mail de despedida 'pega mal', dizem especialistas

Mensagem de saída da empresa deve ser curta e objetiva. Veja cinco erros e cinco acertos nesse tipo de comunicado. “Ainda é cedo, amor / Mal começaste a conhecer a vida...". diz um e-mail de despedida entre os "colecionados'" pelo publicitário Guilherme Queiroz, que costuma guardar as mensagens de ex-colegas para futuros contatos. Apesar de muitas pessoas escolherem trechos de música -- como a de Cartola, no exemplo acima -- ou citações para comunicarem sua saída de uma empresa, especialistas em carreira e psicologia do trabalho ouvidos pelo G1 dizem que é melhor dispensar frases emotivas e mesmo piadas nessa hora. E, principalmente, evitar críticas, lamentos e ironia. A melhor receita é a mensagem curta e objetiva. Se a pessoa está muito emotiva, é melhor esperar e fazer isso em outro momento" Ana Maria Freitas, psicóloga, sobre a hora para escrever a mensagem de despedida: “O ideal é ser breve, avisar que está fechando um ciclo na organização, agradecer e deixar os contatos. Mas o que acontece é que as pessoas se prolongam e deixam o texto muito constrangedor”, afirma a psicóloga e diretora do Instituto de Psicologia Organizacional, Ana Maria Freitas. "Crenças religiosas, pensamentos e poesias são coisas íntimas que você só compartilha com pessoas íntimas", diz José Augusto Minarelli, presidente da Lens&Minarelli, empresa de consultoria em carreiras. No caso de demissão, é preciso ter ainda mais cuidado com as palavras. “E-mail dizendo 'apesar da surpresa', 'se Deus quiser', 'vou guardar no coração' dão uma dupla interpretação, entende-se que [a pessoa] foi vítima. Quem não sabe o que aconteceu pode imaginar coisas que não tenham nada a ver”, diz Fernando Montero da Costa, diretor da Human Brasil, empresa de gestão de pessoas. Escrever a despedida "no calor das emoções", diz Ana Maria, é um dos caminhos para tornar o texto embaraçoso. “Se a pessoa está muito emotiva, é melhor esperar e fazer isso em outro momento”, orienta. Outra dica da psicóloga para evitar um mal entendido é pedir para um colega ler o e-mail antes de enviá-lo. Para José Augusto Minarelli, da Lens&Minarelli, o funcionário demitido pode dizer no e-mail que está em busca de um novo emprego e pedir ajuda ou alguma indicação. “É interessante dar a pista do que você vai buscar, porque as pessoas podem não saber. Mas, se você não se sente à vontade com isso, não precisa colocar”, afirma. “O objetivo é deixar a porta aberta para a continuidade do relacionamento fora da empresa”, diz Izabel de Almeida, diretora-executiva da Ricardo Xavier Recursos Humanos. Mesmo magoado, orienta ela, é fundamental sair de forma elegante. Para isso, deve-se evitar hipocrisia, fugir de ser engraçado ou de usar ironias. “Por causa de uma mensagem, a pessoa pode até virar chacota”, adverte. Vale citar o nome do novo empregador? Se a pessoa sai porque aceitou um novo trabalho, pode até contar isso no e-mail, mas é melhor não citar o nome do novo empregador, dizem os especialistas. "Para enviar a mensagem de despedida, ela ainda está usando o e-mail da antiga organização. Então, seria imperdoável", diz Izabel. Costa, da Human Brasil, aconselha citar a ida para outra empresa apenas "se for uma saída amigável", mas também não recomenda revelar nomes. "Quando estiver na nova empresa, a pessoa volta a entrar em contato. Isso é mais elegante”, ensina. Além de informar a saída e os contatos pessoais, Ana Maria indica que também podem ser adicionadas no e-mail orientações de quem as pessoas devem procurar na sua falta. “O ideal é colocar quem vai ficar responsável por aquela área dentro da empresa, quem é o chefe imediato da área, porque às vezes as pessoas não sabem”, explica. Minarelli diz que também é interessante solicitar que se dê à pessoa que ficará no seu lugar a mesma atenção dada a você. "Isso é bem elegante dizer, bem profissional.” E-mail geral, não: De acordo com os especialistas, não é necessário enviar o e-mail de despedida para todos os funcionários da empresa. “Só mande às áreas com que se relacionava. Se precisar falar com outra pessoa depois, ligue”, afirma Costa. “Tem que fazer um filtro com quem você mantém contato profissional e pensar ‘que pessoa a minha saída vai afetar?”, diz a psicóloga Ana Maria. A abrangência também depende do nível e da atividade do profissional. “Ao gestor é importante comunicar todas as áreas que tinham relacionamento com ele, mas não toda a empresa”, acrescenta Izabel. Para alguns colegas mais "especiais" a pessoa pode enviar uma mensagem direcionada, recomenda Minarelli. O profissional que lida com clientes externos também deve comunicar a eles a sua saída, dizem os especialistas. “Quando se trata de um patrimônio que não é da pessoa, tem que ser combinado com a empresa o que fazer, cada uma tem sua política... Mas tem que conversar para ver quem vai cuidar do cliente na sua falta”, explica Ana Maria. “É fundamental que os clientes sejam avisados, de forma elegante e profissional”, afirma Izabel. Para Costa, empresa e ex-funcionário têm papéis distintos na comunicação. "É melhor fazer contato depois da saída. A responsabilidade pela manutenção do cliente é da empresa." Se a pessoa saiu para outra corporação, diz ele, deve fazer contato com os antigos clientes quando estiver reacomodada. "E quem saiu sem ter nada em vista pode esperar um tempo para conseguir a recolocação e então retomar contato. É mais confortável." Redes sociais: Há quem tenha cautela no e-mail de despedida, mas fale mal do antigo emprego ou de ex-colegas nas redes sociais, que costumam ser consultadas por empresas durante processos de seleção. “Mesmo no Facebook as pessoas do trabalho já estão se conectando, então é melhor ficar atento a tudo que você publica”, alerta Ana Maria. Para Izabel, é positivo comentar no Twitter e no Facebook que está saindo da empresa e dizer que busca outra oportunidade, mas sem esquecer a ética. “Nunca fale mal da empresa. É preciso pensar na sua imagem sendo refletida ali”, lembra ela. Para Minarelli, as redes sociais são muito úteis quando usadas com inteligência e elegância. “O que é ser inteligente e elegante? É dizer que está procurando um emprego e gostaria de ser ajudado. É preciso ajudar nossos amigos a nos ajudarem”, explica. Fonte: http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2011/03/emocao-no-e-mail-de-despedida-pega-mal-dizem-especialistas.html Consultoria em RH - Lívia Pires. Preparação para entrevistas, elaboração de currículo.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Gerencie suas expectativas após uma entrevista

A história abaixo é uma ficção, mas pode acontecer com qualquer um. Qualquer semelhança é mera coincidência Um dia como outro qualquer. De repente, no meio de nossa rotina agitada, o telefone toca. É um convite para fazer uma entrevista. A conversa inicial com o selecionador é amistosa, o projeto parece muito bom, as perspectivas são promissoras. A vaga é a sua cara! Chega o dia. Você se veste de acordo e se preocupa em chegar no horário. Após um pouco de trânsito e tensão, finalmente chega e é recebido na recepção da empresa. Um ambiente muito agradável, a recepção é ótima. Convidam você para entrar em uma sala e aguardar. Chegam o cafezinho e a água – Açúcar ou adoçante? A sala é bem iluminada, com quadros sóbrios e alguns materiais da empresa sobre a mesa. Você dá uma lida rápida. O ar condicionado está um pouco frio, mas é melhor não reclamar. Afinal, a entrevista tem que ser impecável. O café está muito bom. Chega o entrevistador. Ele se apresenta, com um cumprimento forte e rápido. Bastante cordial. Quebra o gelo, fala do tempo, do trânsito. Ele comenta rapidamente sobre a empresa e a entrevista começa na prática. Neste ponto, o envolvimento é total. A entrevista acaba e o papo foi ótimo. Parece que o entrevistador gostou muito de você. Foi muito educado, disse que eles estão com pressa e que a contratação deve acontecer em breve. Você acredita que suas chances são muito boas e retoma a rotina, com um pouco mais de animação. Passam alguns dias, uma semana, duas semanas, três semanas. Nenhuma ligação. Como é possível uma entrevista tão promissora não seguir adiante? Onde será que está o erro? Sua autoestima sofre um abalo! Bem, voltemos à vida real. Sempre que um processo seletivo começa, especialmente em uma consultoria de recrutamento especializado, os prazos e definições são determinados em grande parte pelo cliente final. Aquele que efetivamente busca o profissional e contrata a consultoria para conduzir o processo seletivo. Em diversos casos, a agenda do cliente para fazer as entrevistas finais, a reestruturação da companhia, uma correção de rota da própria vaga ou outras adversidades, podem fazer com que alguns processos se tornem mais lentos. Em alguns casos, o nível de informação sobre o andamento deles é muito reduzido, mesmo para quem seleciona. Algo que pode e deve ser feito para minimizar a ansiedade é a constante atualização via feedback. Porém, como o controle do fluxo do projeto ainda é da empresa requisitante, o prazo para o retorno a candidatos aumenta muito, especialmente no esforço de fornecer a melhor informação possível. Por isso, quando for entrevistado, gerencie a sua expectativa. Saiba que em alguns casos, o tempo pode ser o maior obstáculo na concretização de uma nova oportunidade profissional, tanto para quem entrevista quanto para quem é entrevistado. E tenha a certeza que não é fácil para ninguém e que não há nada de pessoal nisso. Fonte: http://www.rotaexecutiva.com.br/michaelpage/comportamento/gerencie-suas-expectativas-apos-uma-entrevista/
Consultoria em RH - Lívia Pires. Preparação para entrevistas, elaboração de currículo.